27 de Maio de 2013

O meu amigo e associado da associação, o poeta Joaquim Nogueira Marques, mandou-me estes versos para eu cantar. São estes "carinhos" que nos alegram a "Alma"

 

No Fado Cravo – Escrito para Vitor Duarte Marceneiro

 

Meu nome,  sina cumprida

  

Eu trago uma voz antiga

que me prende , é amiga

uma voz funda ,tamanha.

Uma voz que vem do tempo

eterna em cada momento

e  que sempre me acompanha

 

 

O meu  canto que é tão fundo

antes de mim veio ao mundo

outros  destinos  cumpriu.

Canto de alegria e luto

canto de amor onde escuto

a saudade que o vestiu

 

Minha vida foi-me dada 

e porque é  abençoada 

faço o que me pede Deus 

Minha  vida, ò meu destino 

D´ outros homens , d´eu menino 

em dias que hoje são meus 


O meu nome , o meu sangue

onde vá por onde ande

meu  nome antepassado

é canto é voz e é vida

meu nome sina cumprida

é Marceneiro . Ele é Fado

 

Joaquim Nogueira Marques


 

Da minha amiga, a poetisa Maria José Praça, recebi estes versos, que muito agradeço. 

 

 

No sangue que Deus me deu
Há pós de fado enrolados
Que cantam pregões ao vento
Desta Lisboa dos fados
 
Dos fados que vão correntes
Em vozes d'inibriar
À lareira das guitarras
Em ondas soltas de mar
 
A tradição rezou jura
De pai p´ra filho , p'ra neto
Marceneiro , é fado-d'alma
Asa d'um fado que freme...  

 

 

Para o Vítor com um beijinho - Maria José Praça

 

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publicado por Vítor Marceneiro às 13:14
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